Letras de Canciones Traducidas de Parafuso Silvestre
Tenemos 12 canciones traducidas de Parafuso Silvestre
Parafuso Silvestre

Absurdo Feroz
Artista: Parafuso Silvestre Traducción porpanzas | Publicado 10 months ago
Dedos que tentam nos detritos
Recuperar seus movimentos
Nem bem tão são nem tão a salvo
Claro que salto
Claro que
Eu sinto o pulso
Me dissolvendo
Se faço parte
De algo maior
Uma amizade com fantasmas
Me ensinou morar num sonho
Do reino atrás do pen
Desdentado
Artista: Parafuso Silvestre Traducción porpanzas | Publicado a year ago
Deixa o Sol entrar
De outra maneira que não seja em tiras
Quero abrir as venezianas na faca
O dia quer me conferir os dentes
Me contar mentiras
Dor, flor, jardim
Não há nada em mim
Terminado o café da manhã
Da metade pra cima da juventude
Depois da metamor
Essas Ruas
Artista: Parafuso Silvestre Traducción porpanzas | Publicado a year ago
Enquanto caminho por essas ruas
Enormes e sem nomes
Nessa cidade fantasma com suas gárgulas insones
Lembrando que o seu amor foi só
Como uma pétala seca é só
Nem o cheiro é mais o mesmo
Mas não esquecemos o aroma
E andamos assim a esmo
Sem ter quem nos torne som
Falar Pra Quê
Artista: Parafuso Silvestre Traducción porpanzas | Publicado a year ago
Falar pra quê?
Toda palavra é um descaminho
Cada frase um labirinto repleto
De atos mortos
Como línguas com cãibra
Oscilando após
A epilepsia da incoerência
A gente quer se desentender
Pro sentimento falar mais alto
A gente quer desconversar
Pra perder
Flor
Artista: Parafuso Silvestre Traducción porpanzas | Publicado a year ago
Flor
Você que me nasce amor
Você que me mal ou bem me quer
Você que me o que você quiser
Você
Que será
Que virá verde quiçá
Que vira ver me ou desviar quiçá
Desvelar
Mistérios em estéreo ópticos
Sensação de shangri-sei-lá-o-que
Nem onde você se esc
Madalena
Artista: Parafuso Silvestre Traducción porpanzas | Publicado a year ago
Madalena você vai ou não vai
Pular nesse mar que cê imaginou?
Alisar os cachos salgados das ondas
Ouvir o som das folhas sussurrando uma canção no temporal
O vento passa inflando os lençóis no varal
E você Madalena, é capitã
Mandando içar velar alheias ao bem e ao mal
Mergulho
Artista: Parafuso Silvestre Traducción porpanzas | Publicado 10 months ago
Varrendo as teias da amnésia
No fim de um desencontro
Alheio aos danos
Sou uma rede de arrasto
Invadindo zonas abissais
Espero não confundir
Desespero com esperança
É um pouco antes de apagar a luz
Que o monstro aparece
Será iá que vai resolver
Será iá
Nem Sempre
Artista: Parafuso Silvestre Traducción porpanzas | Publicado a year ago
Eu finji não pertencer a uma nação de palhaços
Mas a sombra é um fantasma e corre sempre atrás de mim
Corrompendo um país submerso em sua própria ruína
Alguém lucra com a falta
E a falta determina
A guerra
Eu vejo essas pessoas
Eu sei
Eu vi
Eu vi tudo
O Que Eles Querem? (part. Maurício Peixoto)
Artista: Parafuso Silvestre Traducción porpanzas | Publicado a year ago
O que eles querem?
Que ainda não têm?
O que eles querem?
Só eles, mais ninguém
Insólita
Ascensão
Irônica
Equação
O que eles querem?
Que ainda não tem?
O que eles pensam?
Pra eles só amém
Misóginos
De plantão
Estranha
Salvação
Terno Com Ninguém Dentro
Artista: Parafuso Silvestre Traducción porpanzas | Publicado a year ago
Eu queria ser ator
Mas o ato se atrasou
E agora levo uma vida de farsante
Farto de infartar
O relógio me domou
E está sempre a me roubar o instante
Eu sou um impostor
Num mundo de isopor
O que se há de supor
Eu sou um impostor
Nesse imenso labirinto de
Tudo Que o Vento Afaga
Artista: Parafuso Silvestre Traducción porpanzas | Publicado 10 months ago
Um velho me conta sobre o que já não mais é
Traça no fino ar formas que só posso imaginar
Aquilo que por ora permanece não tem nunca garantia
Tudo o que o vento afaga se apaga um dia
Eu gasto meus momentos
Contemplando o que eu não vejo
Os reinos que agora jazem sob meu
Zero Um
Artista: Parafuso Silvestre Traducción porpanzas | Publicado 10 months ago
Um alarme interrompe um sonho
Contra o corpo e contra a mente, eu sei
Ainda processo as vontades que eu já abandonei
Ondas me atravessam, me dizendo o que fazer
Eu digito a minha vida ao invés de a viver
Eu amo como a sombra brinca
No limiar do que a destrói
Sonhand